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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

DANÇA QUE OS MALES ESPANTA...

SAIBA ESPERAR EM DEUS



Criamos expectativas para uma vida livre
Não esperamos o tempo correto de Deus
O espírito Santo vem nos ensinar a esperar
No momento certo cumprirá os desejos seus.

Deixa que Deus examine o seu coração
Aguarda com perseverança e nunca desista
Não se abandone Deus está na direção
O Pai te ama não vai perder você de vista.

Espera no Senhor se você vive cansado
O seu amor lhe sustenta e Ele tudo fará
Deus te ama e continua sempre ao teu lado
Você não o vê, mas do seu lado Ele está.

Aguarde o tempo de espera e não chora
Seus joelhos estão cansados de esperar
Persevera que já está chegando sua hora
Irás festejar quando o que espera chegar.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

TODO O TEMPO DO MUNDO


NO TÚNEL DO TEMPO


SÁBADO HARMÔNICO


Sábado, dia 12 de Fevereiro, a partir das 16h, será realizada mais uma edição do projeto “Sábado Harmônico” no Centro Cultural do Jabaquara, estará no palco, a Orquestra de Violões, regida pelo violonista e regente Luís Stelzer.

A Orquestra de Violões é formada por alunos e ex-alunos do Conservatório Souza Lima e também por músicos convidados cujos integrantes são: Miro Vieira, Lu Garrido, Luiz Francisco Gomes de Souza, Jefferson Motta, Joana Fátima Gonçalves, Paulo Sérgio Oliveira, Toninho Fernandes, Luisa Hinojosa Streber, Ricardo Luccas, Renata Yumi e Francisco Crestana.


No recital também haverá a participação especial da pianista Deise Trebitz.



Serviço:


Centro Cultural do Jabaquara


Rua Arsênio Tavolieri n.º 45 – Vila Oriental - São Paulo/SP, Próximo ao Metrô Jabaquara.


Entrada gratuita


Quantidade de lugares: 200


Informações: (11) 5011-2421





quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ALERTA CONTRA A DENGUE PELO CELULAR

03/02/2011 - MOBILIZAÇÃO

Alerta contra a dengue pelo celular

A partir desta sexta-feira, celulares de pessoas que vivem em 36 municípios receberão mensagens com informações sobre como prevenir a doença

O Ministério da Saúde reforçará, a partir desta nesta sexta-feira (4 de fevereiro), sua estratégia de comunicação para o enfrentamento da dengue. Mensagens de texto com orientações para combater a doença serão enviadas para todos os celulares de pessoas residentes em 36 municípios de 11 estados.
Os torpedos serão enviados para os 24 municípios em situação de risco de surto, apontados pelo alto índice de larvas doAedes aegypti, e mais 12 cidades que apresentaram incidência igual ou maior que 200 casos de dengue por 100 mil habitantes no último trimestre de 2010 (lista abaixo).
No total, a população residente nesses 36 municípios chega a 6,2 milhões de pessoas. Os torpedos serão enviados para usuários de todas as operadoras e terão foco em informações sobre como manter residências e locais de trabalho livres do mosquito transmissor. A mensagem alertará sobre o risco de surto na região onde a pessoa mora e terá como complemento a frase “Cuide da sua casa, fale com seus vizinhos. Se você agir, podemos evitar a doença/.
A estratégia já foi adotada anteriormente pelo Ministério da Saúde, em campanhas da dengue e da gripe H1N1. Por ser mensagem de utilidade pública, o ministério tem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para fazer o alerta chegar a todos os celulares disponíveis, sem configurar spam.
“A intenção é que as ações sejam anteriores a uma eventual epidemia. Daí a escolha do parâmetro de incidência média para inclusão do município”, explica o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa. “Ao longo do verão, outros municípios poderão ser incluídos nesta estratégia, com base no cenário epidemiológico, ou seja, nas notificações de casos suspeitos de dengue”.
De acordo com o último Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em dezembro do ano passado, 24 municípios apresentaram larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados, indicando risco de surto.
O Ministério da Saúde considera três níveis de incidência de dengue para classificar a doença em relação à população. A incidência é baixa quando há até 100 casos por 100 mil habitantes. De 100 a 300 casos por 100 mil habitantes, a incidência é média. A partir de 300 casos por 100 mil habitantes, alta – podendo indicar epidemia.
Por Ana Paixão e Valéria Feitoza, da Agência Saúde - ASCOM/MS
61/3315-3988 e 3315-2577

Código da matéria 2282

SAÚDE NÃO TEM PREÇO


“Saúde Não Tem Preço” inicia distribuição de remédios gratuitos contra hipertensão e diabetes

Programa lançado pela presidenta Dilma e pelo ministro Padilha deve dobrar número de beneficiários do Aqui Tem Farmácia Popular

A rede de farmácias e drogarias conveniadas à rede Aqui Tem Farmácia Popular começa a oferecer, a partir desta quinta-feira (3), medicamentos gratuitos para o tratamento de hipertensão e diabetes. O anúncio foi realizado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Até o dia 14 deste mês, todos os 15.069 estabelecimentos credenciados já terão aderido plenamente ao programa, após concluírem a adaptação dos sistemas de vendas (confira a tabela dos princípios ativos no site www.saude.gov.br)
“Cuidar da saúde de uma sociedade está entre as obrigações intransferíveis de um Estado democrático, comprometido com a justiça social e o bem-estar das famílias”, disse a presidenta Dilma Rousseff, durante a solenidade de lançamento do programa.
A presidenta Dilma destacou que os medicamentos são o item de maior peso no bolso das famílias mais humildes: 12% da renda da população mais pobre são gastos com remédios, contra 1,7% no caso das faixas de maior poder aquisitivo. “Não podíamos admitir que este ônus de origem social colocasse em risco a vida de portadores pobres de disfunções para as quais a medicina já tem tratamento seguro e garantido”, enfatizou.
A oferta de medicamentos gratuitos na rede Aqui Tem Farmácia Popular foi normatizada por portaria do Ministério da Saúde e viabilizada por acordo com sete entidades da indústria e do comércio farmacêutico (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – Interfarma; Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais – Alanac; Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos - Pró-Genéricos; Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo – Sindusfarma; Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias – Abrafarma; Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico – Abcfarma; Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias – Febrafar).
“Pelo acordo, o Ministério se compromete a ampliar a oferta de medicamentos pelo programa e o setor produtivo a reduzir sua margem de lucro sobre cada medicamento, para que o usuário o leve para a casa sem nenhum custo”, explicou o ministro Alexandre Padilha.
O impacto no orçamento do Aqui Tem Farmácia Popular será acompanhado e mensurado pelo ministério com base nas informações do sistema de gerenciamento do programa. A expectativa é que o acesso da população aos medicamentos oferecidos gratuitamente cresça substancialmente.
TRANSPARÊNCIA E CONTROLE – No lançamento do Saúde Não Tem Preço, o ministro Alexandre Padilha anunciou o fortalecimento dos mecanismos de controle e transparência da rede Aqui Tem Farmácia Popular: blindagem eletrônica das transações, que repele tentativas de violações à privacidade do cliente ou usuário dos serviços; implantação de um cupom vinculado, que conterá informações detalhadas sobre o comprador, o estabelecimento e o médico que prescreveu aquele medicamento; criação de um cadastro de vendedores, com controle do acesso de todos os atendentes das empresas credenciadas; e cruzamento com o Sistema de Óbito do Ministério da Previdência (SISOBI), excluindo indivíduos registrados como falecidos que estejam relacionados às vendas realizadas. “Estamos ampliando a atuação de fiscalização e auditoria do Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS)”, acrescentou o ministro Padilha.
ABRANGÊNCIA – O Aqui Tem Farmácia Popular atualmente beneficia cerca de 1,3 milhão de brasileiros por mês. Destes, aproximadamente 660 mil são hipertensos e 300 mil, diabéticos. O programa é desenvolvido pelo governo federal em parceria com a rede privada de farmácias e drogarias, que se credenciam espontaneamente ao firmarem convênio com o Ministério da Saúde.
Com exceção dos medicamentos para diabetes e hipertensão – que a partir de agora passam a ser gratuitos – o governo federal financia 90% do valor de referência dos medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, cujo orçamento para 2011 é de R$ 470 milhões.
Pelo programa, a população tem acesso a 24 tipos de medicamentos para hipertensão, diabetes e mais cinco doenças (asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma), além de fraldas geriátricas. É necessário que o usuário apresente CPF, documento com foto e receita médica, exigida para evitar a automedicação.
O PROGRAMA – O Farmácia Popular foi criado em 2004, com unidades próprias/institucionais conhecidas como Farmácia Popular do Brasil, para oferecer à população mais uma forma de acesso a medicamentos, além dos cerca de 560 tipos oferecidos gratuitamente nas unidades públicas de saúde. Em 2006, a estratégia foi estendida à rede privada, recebendo a denominação “Aqui Tem Farmácia Popular”. Atualmente, essa modalidade do programa é desenvolvida em mais de 2,5 mil municípios.
AS DOENÇAS – No Brasil, a hipertensão arterial é diagnosticada em cerca de 33 milhões de brasileiros. Destes, 80% – ou aproximadamente 22,6 milhões de hipertensos – são atendidos na rede pública de saúde. Entre os 7,5 milhões de diabéticos diagnosticados no país, seis milhões (80% do total) recebem assistência no SUS.
O aumento da prevalência de hipertensão, diabetes e obesidade – também conhecidas como “epidemia do século” – é atribuído a padrões alimentares e de qualidade de vida, fortemente associados à má alimentação, falta de atividade física e ao estresse. O envelhecimento da população também contribui com o aumento da prevalência dessas doenças. Fatores genéticos devem ser considerados.
Por Renatha Melo, Barbara Semerene e Leonidas Albuquerque, da Agência Saúde - Ascom/MS
61/3315-2591, 3315-3580 e 3315-2351


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

OPORTUNIDADE





Não me conformo com tantas injustiças
Ao ver a pobreza que há no meu país
Vitimando crianças em prol das cobiças
E depois se escondem em seus covis

Quem é responsável pelo desgoverno
E pela miséria num triste contraste
A sociedade organizada e o governo
Não deve permitir que isso se alastre

Mas quem sou eu para dar conselhos?
Faço a minha parte pagando imposto
E posso olhar sem medo no espelho
Pois venci com o suor do meu rosto

Preocupo-me com esta gente aflita
Que não teve a mesma oportunidade
Peço que a classe política reflita
E ouça o clamor da nossa sociedade

Nobre missão do professor e do estudante
A de trazer a prosperidade para a nação
Um país será verdadeiramente importante
Quando ele investir na saúde e na educação




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