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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

HOMENAGEM RECEBIDA DE LUIZ CARLOS GUSMAN CRONISTA DO VIVASP

I

Que bom receber elogio

e de alguém como Você.

Toda manhã, corro, expio,

Prá ver sê alguém chega e lê

Os textos, que às vezes envio

Ao nosso “Viva S.P.”

II

Surpresa: será? Desconfio!

Poeta do Grande ABC?

Eu não mereço tal glória;

Afinal, é só uma estória;

Será que é ele mesmo? Você?

III

É como se bala, ou dardo,

meu peito tivesse atingido.

Um minuto, não mais, eu tardo

Prá mostrar-me agradecido

Ao vate de São Bernardo

Que em São Caetano é querido.

IV

Papel à mão e caneta...

É meu coração a falar:

Obrigado, Amigo Gueta!

Se assim lhe posso chamar

V

Um dia ainda consigo

A intimidade de fazê-lo Zé

E um abraço amigo

Feliz, levarei comigo,

À tão bela Santo André.


HOMENAGEM RECEBIDA DE LUIZ CARLOS GUSMAN CRONISTA DO VIVASP


CRÔNICA DE LUIZ CARLOS GUSMAN:

http://vivasp.com/texto.asp?tid=6843&sid=6


VICE PRESIDENTE JOE BIDEN


Vice President Joe Biden

Good evening,

I want to make sure you heard a piece of news from Capitol Hill today.

This morning, Holly Petraeus, who has been leading an office at the Consumer Financial Protection Bureau to protect military families, went to Capitol Hill to highlight some of the most abusive practices our service members face in today's financial marketplace.

She explained that military families are the targets of predatory lenders. She talked about how many service members and their families struggle to make ends meet -- especially during deployments. And she said that the CFPB will help combat the lenders who try to take advantage of people with deceptive, unfair, and abusive lending practices.

But here's the thing: The Senate still hasn't confirmed President Obama's nominee to lead the CFPB, a former Attorney General from Ohio named Rich Cordray. The bureau needs a director to fully ensure that the debt collectors, private student loan providers, and payday loan providers are properly supervised and that consumers are not put at risk of falling prey to the same kinds of abusive practices that helped cause the worst financial crisis since the Great Depression.

Rich has spent his career advocating for middle class families, and enjoys broad, bipartisan support from the elected officials, business leaders, and consumer groups who have worked with him.

Take a minute to read what Holly had to say, and share her testimony with those you know.

Holly Petraeus is the daughter of a decorated general, wife of a four-star general, and mother of an Army soldier who served in Afghanistan. I don't know if there's anyone who better understands what it means to be part of an American military family.

She just gets the stress and challenges that those who serve in uniform, as well as their loved ones, face.

And that's exactly why she joined the CFPB, to safeguard our military personnel and their families.

Republicans in Congress could be taking steps to grow the economy by passing the American Jobs Act. There is no reason why John Boehner should send his members home to their districts without passing a single measure President Obama has proposed to help put the country back on track. Nor is there any reason why the Senate should require 60 votes on these proposals. Republicans could be helping to ensure that every American family gets a tax cut. And Republicans should be working to protect consumers by confirming Rich Cordray.

We can't wait. That's why I want you to hear from Holly Petraeus. I want everyone to understand how much sense it makes for the Senate to put Rich Cordray to work.

So check it out.

Thanks,

Vice President Joe Biden



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PROJETO CANTO & VIOLA


Projeto CANTO & VIOLA

apresenta

JOACI ORNELAS

04 de novembro – Sexta-feira – 20 horas

SESC LACES/JK – Rua Caetés, 603

Ingresso – 1 kg de alimento não perecível

Joaci Ornelas é cantador, compositor e instrumentista, natural de Salinas, Vale do Jequitinhonha,e reside em Belo Horizonte desde 1980. Estudou teoria musical, harmonia e história da música na Escola de Artes-BH, e violão com os professores Adalberto Santos e Tássio Moreira. Autodidata em viola caipira, instrumento a que se dedicou influenciado pelos violeiros Roberto Corrêa, Zé Coco do Riacho, Tião Carreiro e Renato Andrade, e por mestres e foliões do norte de Minas.

A viola está hoje ligada ao seu trabalho de forma essencial, seja traduzindo peças da musical renascentista e barroca, executando modas, cantigas e batuques de violeiros do interior de Minas ou em suas próprias composições.

Já se apresentou em diversos espaços culturais de Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e cidades do interior de Minas Gerais. É um dos fundadores do grupo VivaViola, movimento de valorização e difusão da música de viola em Minas Gerais, que lançou o CD "VivaViola, 60 cordas em movimento" no grande teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, juntamente com os violeiros Chico Lobo, Pereira da Viola, Wilson Dias, Bilora e Gustavo Guimarães.

Gravou em 2006 o CD "ANDEJO", que reúne mais de 15 anos de trabalho e pesquisa sobre a cultura popular no Vales do São Francisco e Jequitinhonha. São 16 faixas com músicas de sua autoria e em parceria com o poeta, escritor e jornalista João Evangelista Rodrigues, incluindo a gravação da música “Pau de Atiradeira” de autoria do cantador e compositor baiano Papalo Monteiro, e músicas de domínio público que trazem elementos importantes da cultura popular como: folia de reis, batuque, cantigas de roda entre outros, mostrando a riqueza musical presente nessas tradições que muito contribuíram para sua formação musical, artística e humana. O CD conta ainda com participações especiais de Dércio Marques, cantador e compositor de grande importância para uma geração de artistas da atualidade; John Rikcs, músico e instrumentista americano que se dedica a música brasileira; Heliane Ferreira, cantora mineira que também divulga a música nos Estados Unidos; Dona Augusta, uma “cantadeira” natural de São Julião-MG que emprestou sua voz singular e sua cantiga de roda “Jardim de Flor”, imprimindo um espirito de beleza pura e singela ao disco. Participaram também: Chico Lobo, Tatá Simpa, Bruno Pimenta, Anderson Oliveira, Carlinhos Ferreira, Eros Fresiq Ana Luisa Tomishe, Dito Rodrigues, Ana Patrícia e Nádia Campos.

Em 2007 participa da gravação do programa Sr. Brasil da Tv Cultura –SP e da organização do I Seminário Nacional de Viola Caipira pela Associação Nacional dos Violeiros do Brasil; em 2006 apresenta na cidade de Guarulhos-SP dentro do projeto “Terças Acústicas e participa do Encontro de Violeiros” de Brasília-DF, dentro da programação cultural da ”II Feira Nacional de Reforma Agrária”; em 2005 faz show de lançamento do CD “Andejo”, na sala Juvenal Dias no Palácio das Artes; no projeto “Conexão Telemig Celular” no teatro Francisco Nunes; grava o programa “Brasil das Gerais” - Especial Jequitinhonha, para a TV Minas, e se apresenta na “II Feira de Nacional Agricultura Familiar” em Brasília-DF e no “ll Encontro de Povos do Cerrado” no CAA em Montes Claros; em 2004 se apresenta no projeto “Viola de Cantoria” em Matozinhos-MG e no “II encontro nacional de violeiros da cidade de Ribeirão Preto-SP; em 2003 do projeto “Baobá” -Encontro de culturas populares- no Lapa Multishow em Belo Horizonte e do “l Encontro Nacional de Violeiros” da cidade de Ribeirão Preto-SP; em 2001 se apresenta no Festival de Cultura Popular do SESC em Araxá-MG e da semana de cultura “Encontro de Violeiros” da cidade de Arcos-MG; em 1999 participa de Programa Brasil Das Gerais - Especial “Viola Caipira” da TV Minas e do programa “Arrumação” da TV Alterosa; em 1997 se apresenta no “Projeto Zás” do Teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais juntamente com o violeiro Pereira da Viola. Produziu projetos voltados para criação de espaços para apresentações de vários músicos e cantadores mineiros e de outras regiões. Joaci Ornelas desenvolve projetos de pesquisa e registro sonoro de manifestações culturais em Minas Gerais. Recentemente produziu os CDs “O Congado”, em Bom Jesus de Matozinhos e “Encontro Nacional de Violeiros”, na cidade de Ribeirão Preto SP.

joaciornelas@hotmail.com

Realização SESC MINAS

Parceria com os produtores Luiz Trópia & Tadeu Martins

Apoio – Programa Viola Brasil – TV Horizonte

Informações – 3272.0150 – 8893.7806 - 8474.2050


VI Encontro de Ferreomodelismo de Paranapiacaba 2011


VI Encontro de Ferreomodelismo de Paranapiacaba 2011

VI Encontro de Ferreomodelismo de Paranapiacaba 2011

20 / NOVEMBRO / 2011

9:00 hs - 17:00 hs

CLUBE UNIÃO LYRA SERRANO
VILA DE PARANAPIACABA
SANTO ANDRÉ -SP

ENTRADA FRANCA
SORTEIO DE BRINDES AO PÚBLICO
PALESTRAS
CLINICAS DE MODELISMO
EXIBIÇÃO DE FILMES
MOSTRA FOTOGRÁFICA
MAQUETES
CONCURSO DE MODELOS EM ESCALA
FEIRA DE TROCAS
MATERIAIS E LIVROS
MAQUETES OPERACIONAIS

Vila de Paranapiacaba: patrimônio de Santo André para a humanidade

Outro destaque para o turista que visita Santo André é a vila ferroviária de Paranapiacaba, localizada a cerca de 30 km do centro da cidade, no Alto da Serra do Mar. Construída por ingleses a partir de 1860 e inaugurada em 1867, a ferrovia local contava com 139 km de extensão e possibilitou o aumento do volume de transporte de café, o principal produto de exportação na época, o que foi fundamental para a riqueza econômica do Estado e do País.
Centro de Informações TurísticasCentro de Informações Turísticas
A Vila de Paranapiacaba, seu patrimônio tecnológico e seu entorno, composto por remanescentes da Mata Atlântica, foram tombados em 1987 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), em 2002 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e no ano seguinte, na esfera municipal, pelo Condephapaasa. E desde 2008 o local é candidato a patrimônio da humanidade pela UNESCO, constando na lista dos sítios brasileiros que o Iphan, órgão responsável pela apresentação das candidaturas do país, deverá encaminhar à entidade. Atualmente a Prefeitura elabora um dossiê que será enviado talvez ainda este ano.
Localizada no território de Santo André, a vila de Paranapiacaba, que pertencia à RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima), foi adquirida pela Prefeitura da cidade em 2002. Desde então a administração municipal tem investido no destino, com a preocupação de cuidar do patrimônio histórico e ambiental.
Paranapiacaba, vila de engenheiros e funcionários da São Paulo Railway, foi ponto estratégico na Serra do Mar para o funcionamento e construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, que levava passageiros do porto para o capital Paulista e café do interior para o porto. Em 1982 o sistema funicular - puxando os vagões sobre planos inclinados, usando cabos de aço e máquinas a vapor instaladas nas patamares como Paranapiacaba - foi desativado. A oficina e o funicular se transformaram em museu. A estação original foi destruida num incêndio, menos o relogio, que foi recolocado numa nova torre.

Um outro objetivo é a geração de emprego e renda para os moradores locais. E para tanto a Prefeitura passou a instalar uma estrutura para receber os visitantes, bem como a incentivar a instalação de serviços de turismo, pousadas e restaurantes, entre outros. O local agora conta também com uma série de eventos que visam incentivar o turismo. Os principais eventos são o Festival Gastronômico do Cambuci, no mês de abril, e o Festival de Inverno de Paranapiacaba, realizado em julho.

Estação ferroviária de ParanapiacabaEstação ferroviária de Paranapiacaba
Quem visita Paranapiacaba pode desfrutar de uma série de atrações, como o circuito de museus que explicam um pouco da história local. Entre outros destacam-se o Museu Castelo, casa dos engenheiros-chefe ingleses construída em 1897, e o Clube União Lyra-Serrano, que recebe atividades culturais e sociais. Outras atividades incluem o passeio de maria-fumaça, operado pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, o relógio da estação e o campo de futebol, entre outros. Clique aqui e veja mais informações sobre as atrações.
Para quem gosta de contato com a natureza, há diversas opções de trilhas no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, uma Unidade de Conservação para preservar os recursos da Mata Atlântica do entorno da vila. Numa área de 4 milhões de m² encontram-se exemplares de cedro, bromélias e orquídeas, além de fauna silvestre com sanhaços, beija-flores, pica-paus, tangarás e macucos, entre outros

O parque conta com trilhas abertas e visitas controladas realizadas com monitores ambientais, que são moradores de Paranapiacaba e foram capacitados pela Prefeitura de Santo André em conjunto com o Instituto Florestal. Eles estão habilitados a receber os visitantes e mostrar a beleza da área. O local conta ainda com um circuito de arvorismo. O parque abre de terça-feira a domingo das 8h às 16h.
Paranapiacaba oferece um Centro de Informação Turísticas localizado no Largo dos Padeiros, na Parte Baixa (tel.: 11 4439-0237). Para chegar à vila de carro deve-se seguir pela Via Anchieta até o Km 29 (placa para Ribeirão Pires), entrar na SP 148 (estrada Velha de Santos) até o Km 33 e pegar a Rodovia Índio Tibiriçá (SP 31) até o Km 45,5. Daí pegar a SP 122 até Paranapiacaba. Para quem vai de ônibus há saídas a cada 40 minutos do Terminal Rodoviário de Santo André (Tersa), localizado na Estação Prefeito Saladino (CPTM), ou da estação ferroviária de Rio Grande da Serra a cada hora (Viação Ribeirão Pires, tel.: 11 4828-9630 ou 0800-771-7182).

Opções de turismo :

terça-feira, 1 de novembro de 2011

RESPEITO AOS POVOS INDÍGENAS


R- Rikbaktsa: Ficaram conhecidos como Orelhas de Pau ou Canoeiros.

E- Enawenê-Nawê: Vivem em uma única grande aldeia próxima ao rio Iquê.

S- Sateré-Mawé: Através deles o guaraná ficou conhecido no mundo inteiro.

P- Pankararu: Os seus direitos fundiários não foram respeitados. Por quê?

E- Etnias do Rio Negro: Das 27 que habitam a região, 22 estão no Brasil

I- Iranxe Manoki: Devido doenças e massacres foram praticamente dizimados

T- Tupinambá: Destaca-se sua organização em pequenos grupos familiares

O- Ofaié: Pequenos grupos, que de região eram constantemente deslocados.


A- Amanagé: Significa associação de pessoas e suas variantes Manajo e Amanajo

O- Oro Win: Na língua da família Txapakura, significa "coletivo" ou "grupo\".

S- Shanenawa: Em função do extrativismo foram vítimas de ocupação violenta.


P- Panará: Contatados em 1973, quando a estrada Cuiabá/Santarém invade seu território

O- Os Tukano: Integram 17 etnias, das quais 3 delas habitam na Colômbia.

V- Vivem: Às margens do Rio Uaupés e seus afluentes, sistema cultural notório.

O- Os Kaiapó: Complexa vida ritual com relacionamento social e cultural humano

S- Surui Paiter: Povo de índole guerreira que luta pela integridade do seu território


I- Ingarikó: Moram no toco da árvore mitológica cortada pelos seus antepassados

N- Nambikhara: Cultura material simples demonstrando altivez e abertos ao mundo

D- Desana: Vivem às margens do Rio Uaupés e seus afluentes, e outros menores

I- Ikolen: Conhecidos como Gavião, distribui-se em seis aldeias compartilhadas.

G- Guarani : Um dos povos de maior presença territorial no continente sul-americano.

E- Ecologia e manejo: Os igapós, onde os peixes desovam, são áreas preservadas

N- Naruvotu: Tiveram que se deslocar de seu território devido contatos não-indígenas

A- Anambé: União com não-índios, integrando os parceiros e os filhos na vida da aldeia.

S- Siriano: Mantém ampla rede de trocas, que incluem casamentos, rituais e comércio.


Autor: José Carlos Gueta

Editado a partir de informações obtidas em: http://pib.socioambiental.org/pt


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (autoria de José Carlos Gueta e site:http://poetadoabc.blogspot.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

1º CONGRESSO DAS MULHERES INDÍGENAS

A PLENOS PULMÕES

A Plenos Pulmões

(como Maiakovisk disse).

Um sarau

Na Casa das Rosas

Aberto a todas tendências

Artísticas e humanistas

É só chegar

Sábado, na Av Paulista, 37.

Das 19h às 21h.

Imperdíveis vozes do coral

Língua Solta

Venha!

Apresentação:

Marco Pezão e Regina Tieko

Língua Solta

Grupo vocal apresenta "De amor, sorte e morte"
Direção musical e regência: Solange Assumpção
Direção e concepção cênica: José Alessandre


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